e o burro sou eu? porreiro, pá!

já anteriormente aqui abordei esta questão; já então se sabia que aquilo por ali tresandava, mas foi preciso deixar que a bosta chegasse bem gorda ao fundo para agir, e agir da única forma possível agora.

O Banco de Portugal identificou operações de "centenas de milhões de euros [no Banco Português de Negócios] que eram clandestinas", não estavam contabilizadas nas contas do banco, revelou hoje Vítor Constâncio, em conferência de imprensa conjunta com o ministro das Finanças.

via: público

Porque não deram atenção ou melhor não quiseram dar atenção, ao relatório da Deloitte relativo a 2002 ou 2003, onde aquela empresa alertava para a existência de comportamentos estranhos?

Quem estavam já a proteger? O indivíduo, primeiro responsável de então, que anda agora por parte incerta ou talvez não, e fomentador desta perfeita caldeirada contabilística e financeira?

A factura deste desleixo vai cair, uma vez mais, em cima de nós.

O Governo anunciou a nacionalização do Banco Português de Negócios. A gestão será entregue à Caixa-Geral de Depósitos. O executivo afirma que os depósitos do banco ficam assim assegurados.

via: expresso

O ministro das Finanças anunciou hoje que o Governo vai propor à Assembleia da República a nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN) que, a confirmar-se, passará a ser gerido pela Caixa Geral de Depósitos.
Em conferência de imprensa, no final de uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, o ministro das Finanças justificou aquela que é a primeira nacionalização em Portugal desde 1975 com a situação “excepcional”, “delicada” e “anómala” vivida por aquela instituição bancária, cujas perdas acumuladas rondam os 700 milhões de euros, das quais 360 milhões associadas a operações com o Banco Insular, de Cabo Verde.
O BPN, propriedade da Sociedade Lusa de Negócios, está “numa situação muito perto da iminente ruptura de pagamentos”, sublinhou Teixeira dos Santos…

via: público

verifica-se então que com bonomia e incompetência os reguladores, não regulam, os vigilantes não vigiam…

para o banco de portugal é mais uma nódoa, e grande, a acrescentar a esta.

 

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