Física Quântica

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Tem aumentado o número de portugueses que recorrem à física quântica para melhorarem o bem-estar e a saúde. Partindo do princípio que «somos o que comemos» é fácil concluir que numa sociedade cada vez mais exigente e stressante facilmente entramos em desequilíbrio. E é aqui que entra a física quântica e a possibilidade de reequilibrar o organismo e as frequências dos órgãos.

Um analisador scanner e dois eléctrodos fazem o varrimento eléctrico intersticial. O nome é complicado, mas só graças a este sistema se pode fazer uma análise pormenorizada ao organismo. A medição é feita em apenas três minutos. O tempo que demora a saber que se existem no organismo alterações de sódio e o potássio, por outras palavras se alguns órgãos estão inflamados.

As inflamações dos órgãos são consequência directa da alimentação que a pessoa faz. Um pequeno desequilíbrio pode evoluir para um grave problema de saúde como um tumor, a diabetes ou uma esclerose. Somos o que comemos e é partindo dessa premissa que quando falham os nutrientes o organismo perde a capacidade de reagir.

A física quântica aplicada à saúde é cada vez mais uma realidade em Portugal. Sinal dos tempos de uma sociedade cada vez mais stressante, mas também de uma nova forma de procurar o bem-estar do organismo.

Este texto é de uma notícia da TVI, difundida no Jornal Nacional.

Sobre esta ‘coisa’, o eminente físico Prof. Carlos Fiolhais, questiona no De Rerum Natura:

Será necessário dizer que nada disto tem a ver com a física quântica e que a “cura quântica” não passa de um embuste grosseiro?

Com a finalidade de prestarem um serviço cultural de nível elevado, não deveriam preocupar-se sobre a boa fundamentação das notícias que propalam, ou houve aqui um estender de mão a um empreendedor de relação próxima? Deixem-se estar pelos Big Brother’s.

Sobre Física Quântica.

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3 pensamentos sobre “Física Quântica

  1. ‘Arranhar’ e misturar assuntos do momento sem fundamentação realista não é aceitável. É um código morse para leigos: sabe-se o que é mas tentar ler é quase impossível e diz-se o que calha.
    Um abraço e mais uma vez obrigado pelas mensagens. Bom fim-de semana e até 2ª.
    António

  2. NOVA EXPLICAÇÃO
    PARA O EFEITO FOTO ELÉTRICO

    Acreditava-se que este processo o fóton transferia toda a sua energia para um elétron localizado em uma das camadas atômicas, principalmente a K e L, e que as radiações eram emitidas pelas mudanças de níveis dos elétrons, que se reorganizavam para ocupar o loco do fotoelétron, mas o que realmente ocorre é que o raio interage com um elétron, e este elétron recebe parte da energia cinética do raio, que depende da velocidade do raio, pois, quanto mais veloz o raio, maior energia cinética o elétron irá receber deste raio, este raio permanece com a mesma quantidade de energia magnética elementa,r mas transfere para o fotoelétron energia cinética diminuindo a sua, porém, como é muito próximo ao núcleo, tal energia atinge o núcleo e sofre o processo de reflexão da radiação gama, X e ultra violeta, como explanado na esquematização desta reflexão. Assim a radiação é refletida, independentemente do preenchimento de elétrons de outros níveis de energia. Neste processo de reflexão destas energias, a radiação que atinge o núcleo é refletida com a mesma energia cinética, mas ocorre também, neste mesmo processo a liberação de uma radiação que tem energia cinética característica do núcleo que a emite, pois, a energia cinética deste raio depende da força de união (força forte) entre elétrons e posítrons deste núcleo específico, que é determinada pela relação ente a força forte e a massa nuclear, pois, quanto maior a massa atômica menor a força de união (força forte) e menor o impulso que esta energia magnética elementar vai receber, determinante de sua velocidade.

    NOVA EXPLICAÇÃO
    PARA O EFEITO COMPTOM

    No efeito Compton, o raio incidente não perde energia e sim velocidade. Ele não é espalhado por um elétron das últimas camadas, ocorre o mesmo que ocorre com o elétron do efeito foto elétrico próximo ao núcleo. O raio interage com o elétron, há formação de um outro par energia positiva e energia negativa e um novo par energia negativa – energia negativa (que é o elétron) que é arremessado com energia cinética, e esta energia cinética depende da velocidade do raio e não da sua energia, dada pela nova ligação e desviando o raio com mesma energia e velocidade um pouco menor .

    NOVA EXPLICAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE PARES
    Acreditava-se que a produção de pares de elétrons e posítrons ocorria somente quando fótons de 1,022 MeV passavam próximos a núcleos de elevados número atômico e que neste caso a radiação interagia com o núcleo e desaparecia dando origem a um par de 01 elétron e 01 posítron.
    Explicação Anterior:
    Nova explicação para a formação de um elétron e um posítron a partir de Radiação Gama:
    O que ocorre é que a radiação de alta velocidade atinge o núcleo atômico e seu processo de reflexão ocorre de uma maneira peculiar, pois devido a alta velocidade da radiação e a baixa força de união (força forte) entre os posítrons e elétrons deste núcleo massivo, então ao invés de somente ocorrer interação e reflexão da radiação, ocorre uma interação, em que o elétron e o posítron formados, nesta interação são destacados do núcleo atômico.
    Este processo ocorre principalmente com a radiação gama, que tem a velocidade capaz de produzir o destacamento do elétron e posítron formados.
    Será explanado na esquematização da formação de pares da radiação gama ao interagir com núcleo com massa elevada. Então, a radiação não interagiria com o núcleo e desapareceria, e sim a energia do raio, mais a energia do elétron e do posítron do núcleo, são formadoras deste elétron e posítron.
    Este posítron após diminuir sua velocidade choca-se com outro elétron e transforma-se novamente em uma radiação gama com energia cinética de 0,511 MeV., ocorrendo a liberação de um neutrino do muón (com energia cinética de 0,255 Mev) e um antineutrino do Muón( com energia cinética de 0,255 MeV).
    Também, na formação de pares, será emitida radiação característica do núcleo, atingido por esta radiação conforme a esquematização.

    PROPAGAÇÃO DA LUZ – SUBSTITUIÇÃO DO CONCEITO DE FÓTON

    Temos que considerar que a luz, é uma energia de origem nuclear, que pelo processo de encontro do Positivo magnético elementar (posítron) com o Negativo magnético elementar (elétron), ocorre a liberação das partículas responsáveis pelo campo de massa, o Neutrino e o Antineutrino, carregados com parte desta energia , e que esta energia saia do núcleo á sua velocidade (chamada velocidade da luz – que é a velocidade da radiação gama), velocidade esta, dada pela natureza de encontro desta energias magnéticas elementares, cuja força, para um núcleo como o Hidrogênio, arremessa esta energia à velocidade de aproximadamente 300.000 Km/s – Energia Cinética. Neste sentido, temos que considerar a Energia em si (energia magnética negativa com energia magnética positiva – metade da energia do elétron + metade da energia do posítron em união)e a energia cinética (da velocidade) que esta Energia magnética fundamental apresenta, sendo que, o que é transmitido aos elétrons, nas interações durante o processo de propagação, é a energia cinética (da velocidade) e não da energia magnética elementar que está a esta velocidade.
    Pelo exposto, á medida que se propaga, esta energia elementar transfere energia cinética aos elétrons, diminuindo a sua energia cinética, mas não a sua própria energia magnética elementar. Com reiteradas interações, a velocidade da radiação vai ficando cada vez menor, transmitindo cada vez menos energia cinética aos elétrons no seu percurso, até não ter energia cinética suficiente para destacar um elétron de seu orbital, como acontece na propagação da luz visível.
    Nesta propagação, esta energia transfere pouca energia cinética aos elétrons, que, mesmo recebendo esta energia, não saem dos seus orbitais, ocorrendo uma propagação sem destacamento de elétrons, apenas energizando com energia cinética tais elétrons, que a transfere a seu movimento ou de rotação ao redor do núcleo ou ao seu giro próprio, que é o processo que ocorre na propagação da luz visível.
    Então, fóton é a radiação (metade posítron – metade elétron), que tem velocidade cinética dada pela força de união (União forte), que é dependente da massa nuclear, que vai desde a velocidade da radiação gama( em núcleos com baixa massa), até perder sua velocidade cinética aos poucos, se transformando em outras energias de menor velocidade no espectro de radiações eletromagnéticas, chegando a perder totalmente sua energia cinética se transformando em energia escura.

    EXPLANAÇÃO DO PROCESSO DE PROPAGAÇÃO DAS RADIAÇÕES

    Propagação da Radiação gama, Radiação “X” e Radiação ultra violeta

    A Propagação da radiação gama, radiação “X” e radiação ultravioleta, devido a alta velocidade que a energia apresenta, elas interagem com o elétron, e devido a transferência de muita energia cinética, provocam o deslocamento deste elétron, desviando a radiação que diminui a sua velocidade cinética.
    Nesta propagação de interações, com uma quantidade grande de elétrons no seu percurso, a energia que se propaga, se mantém, mas a velocidade inicial vai diminuindo á cada nova interação, pois, a radiação transfere parte da sua energia cinética ao elétron na propagação.
    A propagação desta radiação, á medida que o raio vai diminuindo de velocidade, vai se transformando em outras energias dentro do espectro de radiação eletromagnética, passando então, de radiação gama para radiação X, esta para ultravioleta, esta para o espectro da luz visível ( do violeta até o vermelho), deste para o infra vermelho, deste para micro ondas, ondas de radio/ televisão.
    Este processo é observado quando ocorre a irradiação de metais com radiação eletromagnética, onde se forma uma corrente de elétrons, quando a freqüência desta radiação consegue superar a barreira de remoção dos elétrons. O que foi observado, é que com o aumento da freqüência da radiação, ocorria um aumento da velocidade dos elétrons que saltavam do metal. O que acontece, é que com o aumento da velocidade da radiação e a transferência de energia cinética aos elétrons pela interação com a radiação, quanto maior esta velocidade de interação, maior a transferência de energia cinética ao elétron.

    Propagação da Radiação Visível (Luz)

    A propagação da luz visível apresenta uma interação com o elétron ocorrendo troca da energia elementar entre a radiação e o elétron de modo que a parte de energia do elétron seja substituído a cada interação pela parte do elétron que recebe o choque. Outro ponto importante é que sendo a velocidade tal que não destaca o elétron do seu orbital, apenas recebendo alguma energia cinética que não consegue destacá-lo, fazendo que o elétron não se mova e propague a luz em um movimento retilíneo. Por causa deste tipo de propagação, que o olho humano consegue perceber as radiações do violeta ao vermelho.

    Propagação das Radiações Infra Vermelhas

    Depois de várias interações com o elétron orbital a energia elementar vai diminuindo de velocidade até chegar a luz infra-vermelha, que tem uma velocidade baixa e na interação com os elétrons durante a sua propagação ocorre a interação da radiação com o elétron, só que agora, é o raio resultante desta interação que é desviada, tendo uma propagação para várias direções, o que torna este raios imperceptíveis para o olho Humano. A trajetória das radiações infravermelha, micro ondas, ondas de televisão e de rádio, não obedecem um padrão, e faz com que elas se propaguem em todas as direções e também por este aspecto de não se propagarem em ondas retilíneas o olho Humano não as percebe.

    Outra observação é que, quando bem lentas como nas ondas de rádio elas possuem dificuldade de passarem pela ionosfera, pela quantidade de elétrons que as ondas se chocam fazendo com que elas não interajam com os elétrons e somente se chocando entre a ionosfera e a terra repetidas vezes até perderem toda a velocidade.

    Assim temos 03 modos de Propagação da radiação, dependendo da sua velocidade.

    1 – Para a radiação de velocidades maiores que são a radiação gama, a radiação “X” e a radiação Ultra Violeta, na interação da radiação com o elétron, este recebe uma transferência alta de energia cinética, fazendo com que o elétron resultante salte do seu orbital e a radiação mude a direção de propagação. Tendo uma propagação de alta velocidade e com radiação em várias direções, com o raio diminuindo a velocidade por estas interações, transmitindo energia cinética aos elétrons.

    2- Para radiação de velocidades da luz violeta á luz vermelha, o elétron recebe o impacto, com transferência de alguma energia cinética, que não destaca este elétron do seu orbital
    mas ocorre uma troca de energias elementares entre o elétron e a radiação, fazendo que a propagação torne um movimento retilíneo com perda de velocidade até à luz vermelha, que é a última radiação do espectro eletromagnético que consegue produzir esta interação da radiação com os elétrons, sem mudar a direção da radiação.

    3- Para radiação de velocidades da luz infravermelha, micro ondas, ondas de TV, ondas de rádio, o raio ao interagir com o elétron, não consegue movê-lo e também não tem força suficiente para desviar o elétron e parte da energia cinética do raio é transferida ao elétron, sem tirá-lo do seu loco. Produzindo assim raios para todos os lados e por tal motivo, também não são percebidos pelo olho humano.

  3. TEORIA NUCLEAR

    QUEBRA DA SIMETRIA DE CARGA E DA SIMETRIA DA PARIDADE.

    O que se acredita ser uma quebra de simetria entre a matéria e a antimatéria e tudo que foi dito para explicar não está dentro do campo da realidade, pois, foi imaginado em um Padrão de núcleo atômico não real. A física Quântica criou a Teoria Eletrofraca, promovendo um grande equívoco, que foi justamente quebrar, o que na verdade não foi quebrado. Assim, esta Teoria criou uma realidade fictícia, e mesmo explicando alguns fenômenos, deixou o Modelo Nuclear, sem referência entre o que acontece no mundo macroscópico e o mundo microscópico.

    Breve histórico:
     O Próton tinha acabado de ser descoberto com carga positiva de + 1, e foi considerado partícula elementar, então, toda análise atômica se baseou na premissa deste próton ser uma partícula fundamental, o que não é real, pois, este próton é um aglomerado de partículas elementares, o que não foi considerado na época. Na mesma época, descobriu-se o Nêutron, de carga nula, considerado partícula elementar e que também é um aglomerado de partículas elementares.
     Um experimento executado na época do descobrimento do próton e do nêutron provou matematicamente que, não era possível, ter elétrons girando ao redor do próton no núcleo, pois, teria que ter uma força imensa, o que seria bastante improvável.
     Nesta época, não foi levado em consideração à existência de elétrons e posítrons na formação do próton e do nêutron.
     Assim, o elétron de carga negativa, não estaria no núcleo e somente na eletrosfera, Para explicar os decaimentos Beta(-) e Beta (+) e a emissão de neutrinos deste núcleo, foi formulada a teoria eletrofraca, que tenta explicar, por meio de bózons de calibre, o que de fato acontecia nestas desintegrações, mas para validar o modelo nuclear teria que está acontecendo, no mundo microscópico, a quebra de algumas simetrias ( como a da paridade e a de carga), que não acontece no mundo macroscópico.
     Foi pensado que seria impossível vir do núcleo atômico, uma carga negativa, no caso da desintegração beta (-), pois este núcleo sendo positivo, como um elétron poderia sair deste núcleo. Assim, a teoria eletrofraca admite a quebra de simetria no mundo atômico, a quebra da simetria de carga.
     Esta teoria, mesmo aceita, não conseguia unificar mundo microscópico com o mundo macroscópico, ou seja, não era válida, ao mesmo tempo para ambos.
     Este fato demonstra que esta teoria estaria equivocada e muito provavelmente teria que ser alterada para que se estabelecesse como o núcleo atômico é realmente formado e se ter somente uma lei universal para o mundo microscópio e o macroscópico.
     Os produtos dos decaimentos foram observados e cada uma destas partículas, que saía do núcleo, foram consideradas, partículas presentes no núcleo e elementares na formação do núcleo atômico, quais sejam, o elétron, o posítron, o neutrino e o antineutrino e assim foi montado o novo modelo atômico, e este mesmo modelo, á medida que foi tendo consistência, serviu para através dos resultados, demonstrar o que ocorria, sendo aprimorado e confirmado.

     Tem-se que considerar, que apesar do que será proposto, para o mundo microscópico do átomo, a formação do modelo atômico ocorreu em condições de elevadíssimas forças, gravitacionais e térmicas, no interior de estrelas, e que provavelmente esteja ocorrendo formação de núcleos, átomos, desintegrações, radiações, em demais eventos semelhantes.

     Não foi formulado primeiramente o modelo nuclear, mas a partir do que ocorria nos processos de desintegração nuclear, e por acreditar que, na simplicidade das explicações científicas, que conhecemos os maiores segredos do universo, foi percebido que o modelo nuclear teria que ser proposto com o que se tinha: uma partícula negativa (o elétron), uma partícula positiva (o posítron) e partículas neutras (neutrinos e antineutrinos).

     Como o elétron possui a mesma massa do posítron, apenas de cargas contrárias, percebe-se que o posítron deveria ser conjuntamente com o elétron uma das partículas precursoras dos átomos, e que, pela análise das diversas desintegrações nucleares, o neutrino e o antineutrino, também seriam partículas elementares, e também, entrariam na composição de todos os demais elementos.

     Mas surgiu um problema, pois, quando em contato a matéria e a antimatéria ocorre o processo de “aniquilação”, e assim, ficou difícil imaginar que a união, entre elétrons e posítrons, estaria na formação dos prótons e dos nêutrons. Mais difícil ainda, imaginar que a união do pósitron e do elétron produziria como resultado todas as radiações eletromagnéticas.

    O NOVO MODELO NUCLEAR

     Analisando parte da teoria de Higgs, que considera que alguma partícula massiva daria massa à energia e que, quando um posítron surge, logo ele se interage com um elétron produzindo um raio de radiação eletromagnética de 0,511 MeV de energia e um outro raio de 0,511 MeV de energia, de sentidos contrários, sendo que este último raio, na verdade são 02 raios de 0,255 MeV cada, porém diferente da radiação eletromagnética que não possui massa, estes 02 raios são massivos, representado pelo neutrino e antineutrino carregados de energia.

    Esquematização das energias magnéticas (negativa e positiva) e seus campos de massa produzidos pelos neutrinos e antineutrinos

     Foi montado um Modelo Nuclear baseado nesta premissa e neste evento chamado de “aniquilação de um posítron e um elétron”, e pelo fato que, não é somente o núcleo atômico que possui massa, pois o elétron também possui massa e que este mesmo elétron tem uma “leve interação” com o neutrino, então, este neutrino seria o responsável em criar um campo de massa ao elétron, e que por analogia, o antineutrino criaria um campo de massa ao posítron, e que, nas uniões elétrons – posítrons na formação do próton e do nêutron, teria que ter a interações dos neutrinos e dos anti-neutrinos criando campos de massa aos elétrons e posítrons destes aglomerados, e que, para superar o problema da “aniquilação”, esta união teria que ocorrer sobre elevadas forças, o que realmente ocorre no interior das Estrelas . Então, estas forças fizeram com que a matéria e a antimatéria ficassem agrupadas, sem que se aniquilassem quando estáveis, pela força de união e a quantidade de massa nuclear.
     Essas forças levaram o elétron e o posítron, a ficarem contidos, de modo a não se chocarem, mas se ocorrer um aumento da massa nuclear, ocorrerá desequilíbrio de forças no núcleo, com diminuição da força magnética de união (força forte) e a transformação da matéria em energia ocorrerá para restabelecer este equilíbrio. Este processo de equilibrar o núcleo ocorre por “aniquilações” entre elétrons e posítrons, com formação de radiação gama, e dependendo do grau de instabilidade, pode ocorrer conjugado a estas aniquilações, a saída do núcleo, de elétrons, posítrons, partículas alfa, Prótons, nêutrons, neutrinos, antineutrinos, que saem do núcleo em forma de raios: gama, beta (+), beta (-), alfa, emissão de nêutrons, radiação protônica, neutrinos e antineutrinos, carregados ou não de energia, como pode ocorrer, também, a captura de elétrons e o desencadeamento de vários eventos, já citados, a partir desta captura.
    A força de união entre os elétrons e posítrons é de natureza magnética elementar, no sentido da busca do elementar negativo pelo elementar positivo, e vice versa. Esta união magnética elementar é muito grande, pois, o núcleo em relação a eletrosfera é muito diminuto e mesmo com uma distância muito grande deste núcleo, a atração de 01 posítron a mais no próton, exerce bastante força, em relação ao elétron, que circula o núcleo atômico em busca do elementar positivo internalizado no próton e este magnetismo duplo entre posítron a mais dos prótons e elétrons da eletrosfera provocam o giro do elétron ao redor do próton e o giro ao longo do seu eixo, já que pelo modelo proposto o elétron é formado por 02 porções de energia magnética lhe dando uma forma não esférica, mas com o giro apresenta-se circular. Os spins dos elétrons são definidos pelo resultado das forças magnéticas deste núcleo (posítrons a mais nos prótons) e suas interações magnéticas com o magnetismo dos outros elétrons.
    Também, na formação do próton e do nêutron esta força forte magnética exerce grande união entre os posítrons e elétrons unidos no núcleo atômico. Esta força de união entre os elétrons e os posítrons é característica para cada elemento químico, já que à medida que aumenta a massa nuclear, esta força fica diminuída em relação aos elétrons e posítrons, pois, tem que haver uma reorganização dos vetores desta força magnética de união, para as ligações entre os prótons e nêutrons, quando há aumento da massa nuclear, diminuindo a força magnética de união.
     Como a massa de um Próton é de aproximadamente 1836 vezes a massa do elétron, e como neste modelo teremos, além da aproximação, um número elevado de neutrinos e antineutrinos, que possuem uma massa mínima, e estão somados à massa do elétron e do posítron, considerei um modelo que teria um Próton com 1835 partículas carregadas (918 Pósitrons + 917 Elétrons) mais 1835 partículas neutras que dão massa às partículas carregadas (918 antineutrinos+ 917 neutrinos).
     É de se observar que, este posítron a mais no próton, dá a positividade magnética a todo aglomerado – Próton e que a mesma quantidade de posítrons e elétrons no aglomerado Nêutron, o deixa magneticamente estabilizado.
     Para este novo modelo atômico, as partículas fundamentais seriam: o elétron, o posítron, o neutrino do elétron e o antineutrino do posítron.
     O elétron e o posítron são partículas formadas por uma quantidade dual de energia magnética negativa e positiva, respectivamente, com a atuação do neutrino dando o campo de massa ao elétron e o antineutrino produzindo o campo de massa ao posítron.
    Como demonstrado na esquematização das partículas fundamentais, observa-se que tem apenas um tipo de neutrino e antineutrino, pois o neutrino e antineutrino do muón são apenas o neutrino do elétron e o antineutrinos do posítron carregados com energia magnética elementar, e também que, o elétron é formada por 02 energias magnéticas elementares negativas (pólo negativo), pois, cada neutrino (do elétron) possui capacidade para criar um campo de massa máximo para 02 energias magnéticas elementares.
    O posítron, também é formada por 02 energias magnéticas elementares positivas (pólo positivo), pois, cada antineutrino (do posítron) possui capacidade para criar um campo de massa máximo para 02 energias magnéticas elementares.
    O que faz com que, o neutrino e antineutrino do muón sejam considerados diferentes do neutrino eletrônico e antineutrino positrônico, é a característica do neutrino e antineutrino produzirem, por vibrações, campos de massa à energia magnética que circulam.

    Esquematização das características de dualidade do Elétron e do Posítron, pois, são formados, com 02 energias magnéticas elementares, que são intercambiáveis nos processos de interações destas partículas, tanto entre elas, como entre elas e as radiações eletromagnéticas, que será explanado, quando forem explicadas.

    ESQUEMATIZAÇÃO DA DUALIDADE DO ELÉTRON E POSÍTRON

    NOVO MODELO NUCLEAR
    No novo Modelo Nuclear, ocorre união em força forte (de origem magnética elementar) entre os pósitrons e os elétrons, o que foi possível em ambiente estrelar, pois, em condições normais, ocorreria o processo de “aniquilação“ da matéria. Ocorreu, então, a formação do Próton, e a partir da formação do próton, todos elementos químicos conhecidos até o momento foram formados.
    Outro fato a considerar, é que o número de Pósitrons e Elétrons foram deduzidos da massa do Próton do hidrogênio, em relação ao elétron e como esta massa é uma aproximação e que pelo que é proposto, como os neutrinos e antineutrinos que produzem o campo de massa aos Posítrons e Elétrons, suas massas, apesar de muito pequenas, estão somadas aos mesmos, por isso foi considerado o número de 917 elétrons + 918 posítrons e por seguinte 917 neutrinos e 918 antineutrinos.

    “Para o Modelo Nuclear proposto, o que é crucial, é que o número de Positrons no Próton seja superior em 1 em relação ao número de Elétrons, pois, a cada elevação de massa atômica dos elementos químicos, os prótons e nêutrons terão em suas formações menor número de posítrons e elétrons, devido à transformação de matéria em energia (Defeito de massa) para a formação de cada elemento químico com massa mais elevada”.

     Considerando um núcleo de Hidrogênio que possui um Próton no núcleo, o modelo Proposto é (esquematização linear, mas o conglomerado próton possui dimensão espacial).

    Observa-se que todas as cargas magnéticas dos Elétrons foram anuladas, restando apenas um posítron a mais, fazendo com que o aglomerado de partículas fundamentais, chamado de Próton, seja considerado de carga positiva, porém a atração do elétron pelo próton é uma atração magnética recíproca do elétron e do posítron a mais do próton, e não atração elétrica, pois a eletricidade se forma quando o elétron gira (em torno do seu eixo) ou em torno do núcleo.
    Voltando ao Elemento químico Hidrogênio, nota-se que para estabilizar a positividade magnética do posítron a mais, gira 1 elétron na eletrosfera do Hidrogênio estabilizando o átomo em carga magnética.
    Considerando que o número de elétrons e Positrons no Hidrogênio é: (elétron = 917 + 1 da eletrosfera = 918 / posítrons = 918) e de números iguais de Neutrinos e anti-neutrinos ( Vê- = 917 + 1 do elétron da eletrosfera = 918 / Vê+ = 918). Nos outros elementos químicos esta igualdade permanece, mesmo não sendo o mesmo número de posítrons e elétrons do Hidrogênio, porque a cada fusão nuclear para produção de um outro elemento com número atômico maior, há a transformação de aproximadamente 0,71% desta matéria em energia. Assim não houve a quebra da Simetria de carga nem a quebra da simetria da paridade (entre a Matéria e da Anti-matéria).
    No universo tudo é formado de matéria e antimatéria em quantidades exatamente iguais. Assim não houve a sucumbência da antimatéria e sim ela é 50% do hoje chamamos de somente matéria.

    ESTABILIZAÇÃO NUCLEAR

    Todo decaimento tem uma razão de ser, uma delas é a liberação de energia, pela transformação de massa em energia, como acontece nas estrelas (onde os elementos químicos foram sendo produzidos, á medida que estas estrelas consumiam energia, para manter seu equilíbrio energético e gravitacional), a outra, é para que, o núcleo mantenha a constante de equilíbrio entre a sua força magnética de união nuclear e a sua quantidade de massa. Esta força de união (Força Forte) entre os elétrons e posítrons é de característica magnética (força elementar entre o positivo e o negativo) onde as partículas negativas se unem às partículas positivas em uma interação magnética de contato. Estes núcleos, quando estáveis, mantêm seus elétrons e posítrons contidos e unidos.
    O neutrino e antineutrino possuem capacidade de dar massa, através de vibrações, a uma quantidade máxima de energia magnética, que é a energia do elétron (02 energias magnéticas negativas) e a energia do Posítron (02 energias magnéticas positivas).
    Sendo assim, um núcleo está em equilíbrio entre uma quantidade numérica máxima de elétrons e Posítrons (que no caso do Núcleo do Hidrogênio seria de 917 elétrons e 918 Posítrons) com seus respectivos neutrinos e antineutrinos. Esta relação mantém-se estabilizada pela força forte magnética de união entre os posítrons e elétrons e a massa nuclear, de tal modo que não ocorre o pulsar do elétron e do posítron nuclear e com isto não ocorra choque entre essas partículas e assim não ocorra o processo de “aniquilação”.
    Quando o núcleo possui mais de um próton surge necessidade do aparecimento do Nêutron para contra-balancear a repulsão magnética dos prótons, por possuírem carga magnética positiva.
    Um acréscimo de mais massa ao núcleo, como por exemplo, no processo de fusão Nuclear da cadeia PP-I, que ocorre no Sol, pelo acréscimo de matéria ao núcleo (formação de Hélio-4 a partir de 04 Núcleos (Prótons) do Hidrogênio), tem como conseqüência um divisão dos vetores de união magnética entre os posítrons e elétrons dos prótons e nêutrons, para ligação dos novos prótons e nêutrons que irão formar o novo elemento químico, quebrando a relação de equilíbrio, ocorrendo o destacamento do neutrino do elétron carregado com metade da energia do elétron (01 energia magnética negativa – neutrino do muón), e do antineutrino do posítron carregado com metade da energia do posítron (01 energia magnética positiva – anti-neutrino do muón), e o restante da energia do elétron e do posítron em união, são também liberados do núcleo atômico em forma de Radiação gama (y), ocorrendo o processo de “aniquilação de pares”, em um número tal, que o Núcleo atômico volte a ficar estável, para a nova estrutura.
    Neste processo de “aniquilação” ocorre a liberação de energia em forma de radiação gama (y). Esta radiação gama é, portanto, a metade da energia do elétron (01 energia magnética negativa) juntamente com metade da energia do Posítron (01 energia magnética positiva), formando um par energético, de carga magnética estabilizada. Esta energia se propaga na sua velocidade (velocidade da luz) com uma energia cinética de 0,511 MeV.
    O restante da Energia da “aniquilação”, é liberada pelos neutrinos e antineutrinos que são ejetados do Núcleo, com energia cinética total de 0,511 MeV, sendo 02 raios de 0,255 MeV cada.
    Em Núcleos com massa muito elevada, quando ocorre o choque entre o elétron e o posítron, a radiação gama pode sair do núcleo como 02 radiações gama (de energia cinética de 0,511 MeV cada) mais um neutrino do elétron e 01 antineutrino do posítron.
    Outra observação importante é que estas energias dos Raios Gama (y) estão em união magnética (o polo positivo juntamente com o polo negativo), e não em mistura.

    DETECÇÃO DE MATÉRIA “ESTRANHA” EM RAIOS CÓSMICOS

    Estas matérias “estranhas” que estão sendo descobertas nos eventos de Raios Cósmicos são na verdade partes de matéria resultante de explosões de Estrelas.
    Considerando o Modelo Proposto, todas estas “famílias” descobertas nas últimas décadas são Prótons e Nêutrons partidos que hora se apresentam neutros (quando apresenta o mesmo número de Posítrons e Elétrons), hora se apresentam positivos (quando apresenta 01 posítron a mais), hora se apresentam negativos (quando apresenta 01 elétron a mais – como é o caso do muón que apresenta a massa 207 vezes a massa do elétron – seria então 104 elétrons e 103 posítrons).
    Como estes Raios cósmicos (provavelmente de explosão de super novas – constituídas de Nêutrons – que devido à imensa força Gravitacional é possível que consiga manter em união mais posítron e elétrons), o que justifica também, elementos com massas superiores aos átomos do nosso sistema solar, justificando também a massa do Tau, que é muito maior que um Próton ou um Nêutron conhecidos. Mas são constituídos das mesmas partículas elementares que existem em nosso Universo (elétrons, posítrons, neutrinos e antineutrinos).
    Devido, estas matérias, serem resultante de explosões estrelares, elas não possuem estabilidade, e por este motivo, se desintegram rapidamente pelo choque entre posítrons e elétrons, produzindo grande quantidade de radiação gama (y) neutrinos e antineutrinos carregados de energia e por vezes elétrons e posítrons.
    Não há que se falar em estranheza, pois é, a mesma matéria que conhecemos, ou seja, a mesma “matéria e antimatéria” em sua constituição.

    OS BÓSONS DE CALIBRE

    A Teoria:
    “A descoberta das partículas de mediação, nomeadamente dos bosons intermediários W+, W‾ e Zº em 1983 foi, sem dúvida, um acontecimento impar na história da Física, já que os mesmos tinham sido previstos pela Teoria Electrofraca elaborada pelos físicos Weinberg, Glashow e Salam, entre outros, para unificar numa única explicação duas das quatro forças fundamentais da matéria nos seus limites.
    Os bosões W e Z são pois os mediadores da Força Nuclear Fraca ou Interação Fraca responsável pela radioatividade, tal como o Foton é o mediador da Força Electromagnética que liga os elétrons ao núcleo e os átomos nas moléculas e que, além disso, é responsável por todo o espectro electromagnético, desde os raios gama às ondas hertzianas de rádio, passando pela luz, raios X, radiação ultra-violeta, e infra-vermelha.
    As massas destas partículas são extremamente maiores que as das restantes partículas, sendo da seguinte ordem de valores:
    W+ = 140.000 x 10‾34 g com carga zero e 10‾25 segundos de vida.
    W‾ = tem a mesma massa inerte e a mesma carga e instabilidade.
    Zº = 162.000 x 10‾28 g. e igual carga e instabilidade.
    A questão que qualquer um coloca é como é que estas partículas com uma massa inerte relativamente elevada quando comparada com a massa quase zero do foton podem ser unidas na mesma teoria eletrofraca e produzir tanto a radioatividade como o espectro electromagnético?
    A explicação é dada pela sua instabilidade ou curta vida. Decaem rapidamente para dar outras partículas.
    Bosons de Calibre: São bósons mediadores das interações fundamentais da natureza. Em outras palavras partículas fundamentais, cujo comportamento é descrito por teorias de calibre. No modelo padrão, existem três tipos de bósons de calibre:
     Fótons, mediadores da interação eletromagnética;;
     Bosons W(-), W(+) e Z°, mediadores da força nuclear fraca;;
     Gluóns, mediadores da força forte.”

    NOVA EXPLICAÇÃO BASEADA NO NOVO MODELO NUCLEAR

    Teoria Eletromagnética

    Fotons:

    Pelo modelo apresentado, o fóton é 01 energia magnética negativa de um elétron juntamente com 01 energia magnética positiva de um posítron, já que quando o elétron se junta ao posítron eles destacam-se do neutrino e do antineutrino e saem do núcleo com sua velocidade (velocidade da luz) como Radiação gama (y), e á medida que, esta energia vai diminuindo a sua velocidade (diminuindo a sua freqüência), esta energia passa a ser chamada de um outro tipo de energia em movimento eletromagnético, passando a ser radiação X, radiação ultra violeta, chegando à luz visível, do violeta ao vermelho, e continua perdendo velocidade para infra vermelho, micro ondas, ondas de rádio e televisão até perderem sua velocidade e se transformarem em energia escura.
    O que pode ser observado. É que não há a aniquilação da matéria e sim a perda da condição de matéria, pela saída do neutrino, que cria o campo de massa ao elétron e a saída do antineutrino, que cria o campo de massa ao posítron e a liberação de uma energia cinética que é determinada pela energia de união entre estes elétrons e posítrons no núcleo atômico, que é diferente para cada núcleo em particular, dependente da quantidade de massa deste núcleo, pois quanto maior a massa deste núcleo, menor a força de união magnética entre elétrons e posítrons. Esta energia cinética que sai, parte se transforma em energia térmica e parte vai se propagando e à medida que se choca com elétrons no seu percurso, a sua velocidade vai diminuindo. Neste novo modelo nuclear, o fóton não é mediador da interação eletromagnética, e sim uma energia magnética metade positiva e metade negativa em união e em movimento.

    Teoria Eletrofraca

    Com o novo modelo proposto, não há necessidade de se criar Bosons, para explicar a saída do núcleo de Elétrons, de posítrons ou neutrinos e antineutrinos, pois eles realmente estão na formação dos Prótons e Nêutrons.

    Boson W-

    Pelo modelo nuclear apresentado não existe um Bóson Vetorial W, com uma massa imensa, carga de -1, para justificar a saída de um Elétron de um Nêutron.

    Bosón W+

    Mesmo comentário anterior. Não cabe a sua criação para justificar a saída de um Posítron de um Próton.

    Boson Z°

    Mesmo comentário anterior. Não cabe a sua criação para justificar a saída de neutrinos e antineutrinos do Núcleo.

    Teoria Eletroforte (Força Forte de União)

    Gluóns:
    Como exposto pelo Modelo Nuclear apresentado, esta força forte que fez com que os Posítrons e Elétrons com seus respectivos campos de massa dados pelos neutrinos aos elétrons, e pelos antineutrinos aos posítrons, é uma força magnética de interação de curto alcance de uma partícula magneticamente positiva com uma partícula magneticamente negativa (união em força magnética elementar).
    Força tão forte que faz com que um Núcleo minúsculo, possua uma eletrosfera bastante distante e ainda com muita atração, entre dezenas de elétrons em vários níveis (túneis) de Energia.
    O que levou que esta partícula/anti-partícula não se transformasse em radiação, conforme acontece com estas partículas quando livres, foi justamente as elevadíssimas Forças Gravitacionais e altíssimas temperaturas existentes no interior das Estrelas, colocando-as juntas em estado de estabilidade, em estado de latência, tanto que quando ocorre alterações neste equilíbrio, estas partículas, agem como as partículas quando livres.
    È uma força vetorial entre elétrons e posítrons.

    CADEIA PRÓTON-PRÓTON NA FUSÃO NUCLEAR SOLAR
    Quando se unem 04 átomos de Hidrogênio, na cadeia PP-I solar, para a formação de 01 átomo de Hélio-4, ocorre uma perda de matéria de 0,71%, ou seja, o átomo de Hélio-4 possui menos massa que os 04 Hidrogênios. Daí concluir-se que esta massa se transformou em energia para equilibrar as forças dentro do sol.
    Considerando, como o modelo propõe, que o Próton do Hidrogênio possua 917 elétrons + 918 Posítrons totalizando 1835 partículas, e que 04 hidrogênios, então tenha 4 x 1835 partículas, ou seja, 7.340 partículas.
    Então o “Defeito de Massa” do elemento químico Hélio-4, seria 0,71% de 7.340 partículas, ou seja, 52 partículas. Isto quer dizer que, 52 partículas (26 Elétrons + 26 Posítrons) “transformaram em energia”.
    Quando um elétron choca-se com um Posítron no núcleo ocorre formação de um raio de radiação gama (com 01 energia magnética negativa + 01 energia magnética positiva – com energia cinética de 0,511 MeV), a emissão de um neutrino do muón ( 01 partícula magnética negativa, criada pelo campo de massa do neutrino do elétron, que sai junto com esta energia – com energia cinética de 0,255 MeV.) mais um antineutrino do múon (01 partícula magnética positiva, criada pelo campo de massa de um antineutrino do posítron – com energia cinética de 0,255 MeV).
    Cada raio gama (Radiação eletromagnética), da transformação de 04 prótons do Hidrogênio em um Hélio – 4, tem uma energia cinética de 0,511 MeV., como são 26 raios, então, são liberada radiações eletromagnéticas, com energia cinética de 13,286 MeV., ou seja, 26 raios gama liberados da Cadeia PP-I. Esta Energia é a energia que sustenta o equilíbrio térmico das estrelas, pois, esta energia é uma transformação de massa estrelar em energia térmica. A energia que sustenta o equilíbrio térmico estrelar é a energia da união magnética entre elétrons e posítrons do núcleo atômico.
    Os Neutrinos e antineutrinos, saem do núcleo, com energia cinética de 0,255 MeV, como são em número de 52 (neutrinos e antineutrinos), temos a quantidade de 52 X 0,255 MeV. = 13,286 MeV. Esta energia Cinética impulsiona os neutrinos e antineutrinos, ajudando a equilibrar a massa das estrelas em relação ao equilíbrio térmico.
    A liberação de energia cinética (perda de energia de ligação entre elétrons e posítrons – União magnética) total da Cadeia PP-I (para a fusão de 04 núcleos de Hidrogênio em Hélio – 4), então é de 26,572 MeV de energia cinética.
    A liberação de massa (perda de matéria – elétrons e posítrons) total da Cadeia PP-I (para a fusão de 04 Núcleos de Hidrogênio em Hélio – 4) é de 52 partículas.
    Luiz carlos de almeida – luiz1611@hotmail.com

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