O fim da corrupção

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De acordo com um estudo feito em parceria pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal e pelo Instituto de Superior de Ciências do Trabalho (ISCTE), em 2002 e 2003, quase dois terços dos processos de corrupção foram arquivados em Portugal.
O mesmo documento, divulgado durante as “Jornadas contra a Corrupção”, revela ainda que a carta anónima é método usado para denunciar a maioria dos casos.
Segundo este estudo, apenas 7,3% dos processos foram julgados, estando 23,2% em investigação.

Pinto Monteiro alertou para a necessidade de reforçar o combate ao enriquecimento ilícito, ao afirmar que vai ser preciso “obrigar quem tinha dez e que passa a ter 500, a explicar de onde vem essa diferença”. Estas são questões que preocupam o cidadão comum e que não têm resposta na lei actual sobre o enriquecimento ilícito. Pede, por isso, o alargamento do prazo de investigação nos casos de criminalidade económica.
A procuradora Cândida Almeida, do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, reconheceu que os casos mais complexos são difíceis de combater, porque normalmente têm atrás de si pessoas com muito poder e com inteligência para disfarçar os actos de corrupção.

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Bem, os técnicos falaram, o diagnóstico está feito, haverá vontade política para seguir as recomendações e combater de facto a corrupção, ou limitamo-nos a continuar a ouvir sermões no deserto?

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