Sobre o que se passou depois

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Este post do “dissidencias”,  mereceu-me o seguinte comentário:

Meu caro dissidencias,
A “história” do 25 de Abril não foi tão linear, nem no dia 26 seguimos tristemente as nossas vidas: nesses dias ainda havia esperança. Esta só começou de facto a esvair-se quando alguns dos capitães de Abril, se arvoraram em novos pides – muitos até bastante piores que os pides – e ultrapassaram o razoável, esquecendo-se muito fácil e rapidamente das ideias que nortearam o “evento”: como é sabido, alguns até pegaram em armas e atentaram contra o próprio “povo” que tinha sido, de acordo com eles, a sua grande preocupação. Quais facínoras, invadiam a esmo propriedade alheia, de direita e de esquerda, apenas com o intuito de obter chorudos espólios. O julgamento destes malfeitores? Foi mais uma farsa, quiçá, uma das primeiras do novo regime.
Como costuma dizer o povo, “o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”, por isso chegámos ao estado em que estamos; mas escusamos de ficar descansados, isto vai piorar.
Um abraço,

Vale a pena relembrar estas “cenas”.

E estas, por uns motivos: COPCON, PCP, 5ª Divisão, PCP, RAL 1, PCP, 11 de Março de 1975, PCP, Óscar, FP 25, assassinatos, assaltos, roubos, invasões, prepotências, estupros, violações.

E estas por outros bons motivos: Jaime Neves, Regimento de Comandos, Ramalho Eanes

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