É normal, mas não devia ser

apitoPequenos objectos em ouro, queijos ou garrafas de vinho são ofertas comuns a equipas de arbitragem, revelou hoje no Tribunal de Gondomar o árbitro-assistente Joaquim Alexandre Freitas, no âmbito do processo Apito Dourado.Questionado pelo procurador Gonçalo da Silva, Joaquim Freitas, com uma carreira de 19 anos, foi peremptório: “Em Gondomar, recebi uns ‘apitozinhos’ dourados e umas bolinhas de ouro para colocar em fios”.“Mas Gondomar é a terra do ouro. Noutros locais, os clubes oferecem produtos regionais, como garrafas de vinho, doces ou queijos”, acrescentou Freitas.A testemunha revelou também que um assistente recebe por jogo cerca de 500 euros e um árbitro principal cerca de 1000, isto em encontros das duas ligas profissionais.Via LusaNão me venham com conversas: quem quer manter a isenção não aceita prendas, nem lembranças; por isso os árbitros e assistentes são devidamente remunerados – para manter a isenção.Será que os juízes nos tribunais, permitem que lhes ofereçam lembranças, sejam de que natureza forem? Até pode haver casos, mas não será uma norma como no desporto, particularmente no futebol, onde as mafias imperam.Tenham vergonha!

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