Número de baixas

ASHdeaths

Mortes relacionadas com o terrorismo desde 2001: 11.377. Mortes relacionadas com o tabaco desde 2001: 30.000.000.

Advertising Agency: DDB New ZealandExecutive Creative Director: Toby TalbotArt Director: Mike DavisonCopywriter: Paul HankinsonRetoucher: Grant Allen / Slice

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8 pensamentos sobre “Número de baixas

  1. Lembrei-me de um dos diálogos do “La Habitación de Fermat”. Diz o Polícia qualquer coisa como “Sabia que 20 e tal por cento de pessoas morrem em acidentes de viação sem cinto?” Ao que responde “Fermat”: “Ai sim? Então as outras 70 e tal por cento morrem com o cinto posto?”

    Sobre a relatividade das coisas e de como estou a imaginar [fazendo um salto “mortal” para outras missas] uma campanha publicitária aproveitando as mortes de seguranças em Portugal. …

  2. Se anda mais gente com cinto do que sem cinto, é natural que morra mais gente com cinto do que sem cinto. O mesmo é válido para o tabaco: admitindo que só 30 % da população fume, é natural que morra muito mais gente que não fuma do que da que fuma.
    A questão está é em saber quantas das pessoas fumadoras que morreram (30.000.000), não teriam morrido se não fossem fumadoras?
    O mesmo no caso dos que morreram sem cinto: quantos não teriam morrido se tivessem o cinto colocado?
    As percentagens aqui é que regulam. Na população de fumadores morre uma maior percentagem de gente do que na população de não fumadores; o mesmo é válido para os utilizadores de cinto: na população de pessoas que não usam o cinto morre uma maior percentagem de pessoas do que na população de pessoas que usa o cinto.
    Beijinhos
    8)

  3. Concordo. Uma vida nunca é um número, mas a morte é. E se com a de alguns, causada por erros, se conseguirem evitar as de outros, os números já contam bastante.

    Beijinho
    ;o)

  4. Por causa disso… “este Natal houve menos mortos na estrada”. Exacto. Como se os anteriores pudessem regressar à vida…

    Quinta aí à porta…. antecipação de relógio guardado.

  5. Não podem regressar, mas se alguém não se comportou de forma perigosa por se ter lembrado, da enorme quantidade de mortos eventualmente provocada por actuações semelhantes, já foi um resultado positivo da utilização do número de mortes na estrada.
    De qualquer maneira, neste caso penso que funciona mais o medo da caça à multa do que a sensibilização propagandística, porque a redução deverá ser devida ao facto do aumento do número de brigadas na estrada.

    Quinta? Mas já é quinta.
    😉

  6. Temos, portanto, que algumas reduções potenciam o aumento, e que alguns aumentos não passam de inflacções propagandísticas.

    [Pausa para o Actimel que garantidamente não devia estar a tomar a estas horas.]

    Um Canal de Televisão sem o qual não podes “viver” [dadas as devidas distâncias entre inspiração e combustão]?

    B,

    M.

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