Consultadoria #2

A sindicância feita pelo Ministério Público ao Urbanismo da Câmara de Lisboa (CML) é clara no que toca à promiscuidade entre interesses públicos e privados.

«Há intervenção directa de funcionários que têm interesse nos processos, porque têm relações com os gabinetes que produzem os projectos ou com as empresas promotoras» , lê-se no relatório final a que o SOL teve acesso.

De acordo com este documento, do ano 2000 em diante, 34 funcionários dos serviços de Urbanismo da autarquia e três avençados têm ou tiveram participações em sociedades comerciais.

Destas sociedades, 40 (a maioria) dedicam-se a actividades relacionadas com o urbanismo: «imobiliária, arquitectura ou engenharia ou desenho».

A promiscuidade, que é vista pela sindicante como «preocupante», é tal que pelos departamentos do Urbanismo transitam processos «cujos projectos são desenvolvidos em gabinetes privados de funcionários».

Semanário Sol

 Se a actuação destes “funcionários” não der prisão…

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