Resposta à Altura

Numa feira de informática, Bill Gates fez umas declarações infelizes, nas quais comparou a indústria informática com a automobilística, dizendo “Se a GM (General Motors) tivesse evoluído tecnologicamente tanto como o fez a indústria informática, estaríamos hoje a conduzir carros que custariam 25 dólares e que fariam 1000 milhas com 1 galão (cerca de 420 km com perto de 1,5 litros).”

A General Motors, em resposta, veio a público manifestar o seguinte:

Se a Microsoft fabricasse carros:

Sempre que voltassem a ser pintadas as linhas nas estradas, tínhamos que comprar um carro novo.

Se por acaso, indo a 100 km/h, o nosso carro se fosse abaixo na auto-estrada sem razão aparente, tínhamos apenas que o aceitar, mesmo sem compreender porquê! Depois, tínhamos que voltar a ligá-lo (depois de desligar o carro, tirar a chave da ignição, fechar o vidro, sair do carro, fechar e trancar a porta, voltar a abri-la, entrar outra vez e sentar-se no banco, abrir o vidro, pôr a chave na ignição e ligar o motor novamente). Depois, já podíamos continuar.

Inesperadamente, ao fazermos uma manobra à esquerda podíamos fazer com que o nosso carro parasse. Tínhamos então que voltar a instalar o motor! E, por muito estranho que pareça, íamos aceitá-lo como “normal”.

A Linux faria um carro em parceria com a Apple, extremamente fiável, sendo cinco vezes mais rápido e dez vezes mais fácil de guiar. Mas só podia andar em 5% das estradas.

Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina e bateria, seriam substituídos por uma simples “Falha Geral ou Defeito Genérico” (deixando à nossa imaginação a identificação do erro!).

Os novos assentos iam obrigar a que todos tivéssemos o mesmo tamanho de rabiosque.

Num desastre, o sistema de “airbag” perguntava: “Tem a certeza que quer usar o airbag?”

A meio de uma pronunciada descida, quando ligássemos ao mesmo tempo, o ar condicionado, o rádio, e as luzes, no travão aparecia uma mensagem, de género: “Este carro fez uma operação ilegal e vai ser desligado!” (SEM APELO!!!)

Se desligássemos o nosso carro usando a chave e sem antes termos desligado o rádio ou o pisca-pisca, ao voltarmos a ligá-lo, ele ia verificar todas as funções do carro durante meia hora, e ainda nos dava uma bronca, e dizia-nos para não fazermos isso nunca mais. (ÓPTIMO!).

A cada novo lançamento de automóvel que houvesse, tínhamos que voltar à escola de condução para tirarmos uma nova carta.

Para desligarmos o carro, tínhamos que apertar o botão que dissesse “Iniciar”.

A única vantagem: Os nossos netos haviam de saber guiar muito melhor do que nós!

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